[Artigo] Pare de ser uma máquina de fazer provas

Estamos acostumados a agir. Colocar a mão na massa. Buscar os “comos” da vida. Até paramos para pensar em um planejamento básico: montar uma lista de tarefas e compromissos e… ir fazendo. Como gostamos de fazer, fazer, fazer… até que entramos em piloto automático… E no caso de um concurseiro, uma verdadeira máquina de fazer provas.. para que pensar, não é mesmo?

Envolvidos na “fazeção” nos perdemos da referência que impulsiona do começo ao objetivo. Tudo vai bem, até que nos percebermos soltos, à deriva (perdidos mesmo!). A ficha cai como nos damos conta que algo falta. Algo que se perdeu pelo rito cotidiano na nossa sede de utilidade e produtividade.

O que falta é o porquê. Por que você está fazendo o que está fazendo?

Sim, o porquê. O motivador de todas as coisas, a razão das ações, o ponto primário para convergência. Qualquer ação se perde em seu sentido sem ter um motivo para ser realizada, uma missão para cumprir, um ponto de chegada a ser alcançado.

É assim comigo e é assim com você também. Um dos sintomas mais gritantes é sentir que “não está rendendo”, que está empacado, que não está evoluindo, crescendo. É possível até que você sinta como se estivesse sendo uma máquina de estudar, uma máquina de fazer provas.

Feito o prognóstico, é momento de rever os propósitos de você fazer o que faz, todos os dias, nos mais diversos campos da sua vida. Onde está o acréscimo, a construção? Aliás, está construindo o quê?

É o momento de largar um pouco as ferramentas e olhar para sua “fazeção”. É o momento de – talvez – realizar ajustes para (re)direcionar ao caminho escolhido ou até mesmo, escolher esse tal caminho. Você está pronto para essa reflexão?

Bons estudos e conte comigo!